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VASSY KAPELOS UNLEASHES BRUTAL GRILLING ON LIBERAL MINISTER: Exposes Carney’s $10-a-Day Childcare Fiasco as Families Drown in Waitlists and Sky-High Fees – Is This the Ultimate Proof Trudeau’s Legacy Promise Was a Total Scam?

28 December 2025

In a fiery exchange on CTV, Vassy Kapelos confronted Liberal Minister Patty Hajdu over the government’s childcare promises, questioning the effectiveness of the $10-a-day initiative as families continue to struggle. The debate highlighted glaring…

Indemnização a Sócrates? Ventura afirma: SAÍMOS DA CONVENÇÃO EUROPEIA! Em uma declaração incendiária, o líder do Chega, André Ventura, disparou contra a possibilidade de indemnização a José Sócrates, ex-primeiro-ministro de Portugal. Ventura afirmou que, se necessário, Portugal deve considerar sair da Convenção Europeia, destacando a indignação popular e a necessidade de priorizar os cidadãos que vivem no país há décadas.

28 December 2025

Título: Ventura ameaça sair da Convenção Europeia em resposta a pedido de indemnização de Sócrates Em uma declaração incendiária, o líder do Chega, André Ventura, disparou contra a possibilidade de indemnização a José Sócrates, ex-primeiro-ministro de Portugal. Ventura afirmou que, se necessário, Portugal deve considerar sair da Convenção Europeia, destacando a indignação popular e a necessidade de priorizar os cidadãos que vivem no país há décadas. Durante uma conferência de imprensa, Ventura criticou a decisão de Sócrates de levar o Estado português ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, alegando que isso é um desrespeito aos contribuintes. “É um gozo verdadeiro com Portugal”, disse ele, enfatizando que a sociedade não pode permitir que indivíduos que supostamente roubaram o Estado sejam recompensados. O líder do Chega também expressou sua preocupação com a situação dos combatentes e a forma como o governo tem priorizado novos imigrantes em detrimento daqueles que vivem em Portugal há anos. Ele afirmou que o país deve reconhecer e cuidar de sua história e das pessoas que contribuíram para a sociedade. Ventura não poupou críticas ao Serviço Nacional de Saúde, mencionando casos de negligência que resultaram em mortes, como a de um recém-nascido. Ele questionou se a assistência teria sido diferente se o paciente fosse um imigrante, insinuando que os serviços não estão atendendo adequadamente os cidadãos que precisam. A urgência de Ventura em abordar questões como imigração e nacionalidade ficou clara. Ele propôs que o governo trabalhe em conjunto com o Chega para encontrar soluções que beneficiem aqueles que já estão em Portugal e que, segundo ele, têm sido esquecidos. O clima político em Portugal está tenso, e Ventura está determinado a fazer sua voz ser ouvida. Ele pediu ao governo que não cometa os mesmos erros do passado ao negociar com o Chega, sinalizando que a população espera mudanças significativas e rápidas. Ventura concluiu suas declarações com um apelo à transparência, criticando o primeiro-ministro por não divulgar sua declaração de rendimentos. Ele enfatizou que a transparência é fundamental na política e que os cidadãos têm o direito de saber como seus líderes estão gerindo o país. Com a possibilidade de um acordo entre o Chega e o governo em discussão, os próximos dias serão cruciais para determinar a direção política de Portugal. A pressão para atender às necessidades da população e lidar com as questões de imigração e saúde está aumentando, e Ventura está pronto para liderar essa luta.

VENTURA ENCOSTA MONTENEGRO À PAREDE: Silêncio Vergonhoso. Em um momento de intensa tensão política, André Ventura criticou duramente o primeiro-ministro, desafiando sua falta de transparência e questionando suas decisões em relação à corrupção e imigração. As declarações do líder do Chega surgem em meio às eleições autárquicas, onde mudanças significativas estão em jogo.

28 December 2025

VENTURA ENCOSTA MONTENEGRO À PAREDE: Silêncio Vergonhoso Em um momento de intensa tensão política, André Ventura criticou duramente o primeiro-ministro, desafiando sua falta de transparência e questionando suas decisões em relação à corrupção e imigração. As declarações do líder do Chega surgem em meio às eleições autárquicas, onde mudanças significativas estão em jogo. Durante um evento de apoio à candidata à Câmara de Sintra, Ventura não poupou palavras ao abordar a postura do primeiro-ministro. Ele destacou a necessidade de um presidente que não apenas lute contra a corrupção, mas que também se posicione firmemente contra a imigração descontrolada e os privilégios das elites. Ventura chamou a atenção para o fato de que o primeiro-ministro, que se autodenomina o mais transparente da história, tem agido de forma oposta, bloqueando o acesso às suas declarações de rendimentos. Para o líder do Chega, essa atitude é um sinal alarmante de falta de compromisso com a transparência que os cidadãos exigem. O político não hesitou em criticar Augusto Santos Silva, afirmando que sua candidatura era insignificante e que o primeiro-ministro não pode se considerar acima de qualquer um. Ventura acredita que a população merece um líder que não tenha medo de expor suas convicções e que esteja disposto a prestar contas. A discussão sobre a imigração também foi central nas declarações de Ventura. Ele defendeu a expulsão de criminosos e a perda da nacionalidade para aqueles que cometem delitos, enfatizando que a segurança dos cidadãos deve ser uma prioridade para o governo. Com as eleições autárquicas se aproximando, Ventura expressou confiança na vitória de Rita Matias em Sintra. Ele acredita que a candidatura dela representa uma conexão genuína com a população e que a mudança é necessária para o futuro do país. O líder do Chega concluiu seu discurso pedindo um consenso entre os partidos sobre questões cruciais como a descida de impostos e a imigração. Ele ressaltou a importância de agir rapidamente para que as leis entrem em vigor, evitando longas discussões que afastam os cidadãos da política. À medida que a tensão política aumenta, as palavras de Ventura ecoam em um cenário onde a transparência e a responsabilidade são mais necessárias do que nunca. O futuro das eleições e do governo depende da capacidade dos líderes de se unirem em torno de soluções que atendam às necessidades da população.