13 January 2026
MERCOSUR, MUNICIPALES, BUDGET : MANUEL BOMPARD, INVITÉ DE BFMTV – UNE INTERVIEW EXPLOSIVE QUI PRÉDIT LA FIN DU MONDE MACRONIEN ET L’ARRIVÉE D’UNE CRISE SANS PRÉCÉDENT ! la tension à couper au couteau sur…
13 January 2026
André Ventura confronta o Primeiro-Ministro com acusações explosivas de corrupção, mentiras e falhas governamentais, intensificando o clima político em Portugal. Em debate acalorado no Parlamento, Ventura desafia o líder do Executivo a esclarecer casos graves envolvendo figuras do governo e questiona a transparência e integridade da administração atual. Num confronto direto, o líder do Chega enfatizou a necessidade de expulsar das funções públicas qualquer político suspeito de corrupção ou crimes graves, criticando a suposta complacência do governo face a estas situações. Ventura destacou o caso de Hernâni Dias, ex-secretário de Estado, envolvido em investigações da Procuradoria-Geral Europeia e acusado de incompatibilidades relacionadas com negócios imobiliários enquanto detinha cargo público. Ventura acusou o Primeiro-Ministro de exigir rigor para outros, mas agir com leniência e ocultar informações cruciais sobre o caso Hernâni Dias. Recriminou a demora na demissão de Dias, que só saiu após a pressão das investigações e das instituições, questionando a integridade e a seriedade da gestão governamental perante as denúncias. O líder do Chega desafiou ainda o Primeiro-Ministro a comprovar publicamente uma suposta condenação criminal contra si, rejeitando categoricamente quaisquer acusações de ilegalidade pessoal. Ventura afirmou que suas condenações são fruto de defender a verdade e o interesse público, enquanto criticava declarações do Executivo que classificou como mentirosas. Em meio ao debate, André Ventura abordou severamente a situação da saúde pública, denunciando que as listas de espera para cirurgias oncológicas, especialmente em crianças, continuam aumentando, contrariando informações oficiais que alegam a regularização. Ele destacou as sucessivas demissões em serviços essenciais e criticou a gestão do governo que, segundo ele, ignora a gravidade do problema. O líder do Chega acusou o Executivo de manipular dados e de faltar com a verdade em relação às promessas feitas para a reforma da saúde, alertando que a população está deixando de ter acesso ao atendimento esperado. A situação hospitalar deteriorada, com profissionais a abandonarem cargos, revela, segundo Ventura, um sistema à beira do colapso. Além disso, a temática da imigração foi contundentemente levantada por Ventura, que exigiu clareza sobre o número real de imigrantes em Portugal, os impactos nos subsídios sociais, no sistema de saúde e na habitação. Ele criticou o governo por minimizar o problema e afirmou que a insuficiente fiscalização gera uma crise social que afeta diretamente os portugueses. O confronto no parlamento revelou uma tensão elevada, com Ventura desafiando o Primeiro-Ministro a responder a cada uma das suas acusações com transparência e sinceridade, colocando o país num alerta sobre os rumos políticos e administrativos da atual liderança. Ventura concluiu exigindo a saída do Executivo, em tom contundente. A sessão parlamentar expôs uma crise política e ética, intensificando o debate sobre a responsabilidade dos governantes perante denúncias de corrupção, má gestão e falta de transparência. A cobrança pública aumentou, com exigências de respostas imediatas para recuperar a confiança da população nas instituições do Estado. Este embate político marca um momento crítico em Portugal, sinalizando que a pressão sobre o governo deve crescer. A população e os partidos opositores permanecem atentos, aguardando desdobramentos que possam mudar o cenário político e fortalecer a luta contra a corrupção e a ineficiência governamental.
13 January 2026
Jordan Bardella, le jeune loup du RN, face à une presse médusée, lâche un discours d’une violence et d’une lucidité glaçantes, transformant de simples vœux en réquisitoire implacable contre une France au bord de…
13 January 2026
Tensions soared in the House of Commons as Labour MP faced a furious reprimand from the Speaker during a heated debate over farming policies. The altercation unfolded when accusations flew about voting records, igniting…
13 January 2026
André Ventura agitou Mirandela com uma arruada vibrante, prometendo romper de vez com a corrupção sistémica e resgatar Portugal do abandono crónico. A poucos dias da eleição presidencial, o candidato do Chega intensifica sua campanha, clamando por urgência e mudança radical para um país mais justo e descentralizado. Num discurso carregado de emoção, Ventura ressaltou a profunda necessidade de transformar Portugal. Disse que o país está exausto de décadas de vícios políticos que marginalizam regiões como Trás-os-Montes, onde afirmou que os habitantes foram esquecidos e negligenciados pelo atual governo. O candidato denunciou a corrupção entranhada nas instituições, colocando-se como o “mecânico” necessário para consertar um país “completamente destruído”. Ele prometeu uma luta sem tréguas contra os interesses instalados que, segundo ele, sufocam o desenvolvimento e perpetuam a desigualdade regional. Ventura dirigiu palavras diretas aos moradores locais, destacando que a descentralização não pode servir apenas para distribuir lugares políticos entre os grandes partidos, mas precisa significar poder real para todas as regiões de Portugal. A participação popular impulsionou a campanha, com a presença vibrante de jovens e cidadãos afetados pela atual situação, como a senhora Lúcia, que relatou falta de apoio médico mesmo enfrentando graves problemas de saúde. O candidato retratou essa realidade como um escândalo nacional. O tema dos jovens emigrantes foi fortemente abordado. Ventura apelou para que as novas gerações possam construir suas vidas em Portugal, sem a necessidade de emigrar para países estrangeiros em busca de oportunidades, reafirmando um compromisso patriótico intenso. Destacou que a luta não é apenas contra inimigos externos, mas contra um sistema que, segundo ele, roubou o povo português durante meio século. Sua proposta central é devolver o dinheiro público desviado e punir severamente os corruptos. Em meio a fortes aplausos, Ventura exortou a população a não aceitar mais desigualdades, especialmente em saúde e bem-estar, denunciando que emigrantes recebem benefícios que muitos portugueses não têm acesso, afirmando que “os portugueses primeiro”. O candidato repetiu o slogan que marca sua campanha: “No 18 de janeiro, Ventura é primeiro”, convocando uma mobilização decisiva para garantir a vitória já no primeiro turno, prometendo implementar um corte histórico na corrupção. Com uma retórica patriótica inflamante, ele promete liderar um Portugal renovado, justo, com oportunidades e dignidade para todos, resistindo a um sistema político obsoleto e reclamando uma nova era para o país. O evento em Mirandela evidenciou a escalada das tensões políticas nas eleições presidenciais, onde Ventura se posiciona como uma opção radical e disruptiva, alimentando esperanças e, ao mesmo tempo, acirrando o clima político em Portugal. Esta movimentação nas semanas finais da campanha deixa o país em suspense, com a candidatura de Ventura cada vez mais integrada no debate público, enquanto cresce o apelo por mudanças estruturais e o fim das práticas políticas tradicionais.
13 January 2026
David Lammy, the UK’s Justice Secretary, is facing intense backlash after revealing that £240,000 was awarded to FA Awali, an imprisoned ISIS terrorist convicted of executing two people. This revelation has reignited a fierce…