O caso que envolve Hélio Filipe remonta a um desentendimento numa discoteca, em 2016…

Após o casamento com Rita Matias, deputada do partido Chega, no dia 7 de dezembro, Hélio Filipe foi condenado por um caso que remonta a 2016. No programa ‘V+ Fama’, transmitido no V+ TVI, desta terça-feira, 23, novos detalhes foram conhecidos.
“Rita Matias, deputada do Chega, e Hélio Filipe ainda podem ser considerados casados de fresco, mas já há escândalos e polémicas a salpicar o casamento. O segurança de André Ventura foi condenado por roubar, imagine, 10 euros. Este foi um caso que aconteceu em 2016, mas que agora saiu a condenação“, afirmou Adriano Silva Martins.
Por sua vez, Guilherme Castelo Branco acrescentou pormenores: “A condenação já tinha saído em primeira ou segunda instância, depois houve um recurso, mas o recurso disse que não fazia qualquer sentido. Pelo que eu percebi, o recurso era a tentar alegar na altura mais ou menos em que o Papa Francisco esteve cá e queriam tentar alegar aqui a amnistia. A segunda instância basicamente o que diz é que isto devia ter sido pedido na primeira instância, não na segunda“.
“Em relação à condenação, ele safou-se supostamente da agressão, a agressão caiu porque o próprio que alegadamente foi agredido deixou esse caso cair. Também havia uma questão de extorsão e rapto que caiu, ficou só a questão do roubo. Eu acho isto realmente estranho, porque por 10 euros ficar com o cadastro manchado é uma coisa estranha“, completou o comentador, ao passo que o apresentador do programa referiu: “Que burrice por parte do Hélio“.
Segundo o Correio da Manhã, Hélio Filipe foi condenado a uma pena suspensa de dois anos “pelo roubo de 10 euros a um homem que tinha agredido à porta de uma discoteca em Torres Vedras“. O Tribunal da Relação de Lisboa “confirmou a pena” e os juízes desembargadores determinaram que o segurança de André Ventura “tem de pagar à vítima 500 euros durante o período da suspensão da pena” e “tem ainda de pagar as custas da justiça fixadas em cinco unidades de conta“, num valor “que acende a 510 euros“.